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Operação Fármacos II: a Receita revisa créditos de PIS e Cofins. E a sua empresa?

A Operação Fármacos II já alcançou empresas de ramos que nada têm a ver com medicamentos. A Receita Federal revisa pedidos de crédito presumido de PIS e Cofins, e o prazo para a autorregularização vai até 20 de janeiro de 2027.

Entre as atividades citadas pela Receita estão o atacado de alimentos e os minimercados. Esses ramos são comuns em Feira de Santana e região. Por isso, vale conferir os seus pedidos antes que um comunicado chegue.

O que é a Operação Fármacos II

A Operação Fármacos II é a segunda fase de uma ação de conformidade tributária da Receita Federal. Ela tem caráter orientador e busca incentivar que o próprio contribuinte corrija os erros.

Na prática, a Receita revisa pedidos de ressarcimento e compensações de créditos presumidos de PIS/Pasep e Cofins sobre produtos farmacêuticos. São cerca de 10 mil pedidos, feitos por aproximadamente 1,6 mil contribuintes.

Além disso, os créditos somam cerca de R$ 1,8 bilhão. Desse total, cerca de R$ 1,2 bilhão já foi usado em compensações. Outros R$ 439 milhões aparecem em compensações não declaradas.

Por que empresas de outros ramos aparecem na Operação Fármacos II

O crédito presumido tem base na Lei nº 10.147/2000. Ele vale apenas para quem cumpre requisitos de atividade e habilitações específicas. Portanto, não é um benefício aberto a qualquer empresa.

A Receita encontrou pedidos de empresas cuja atividade econômica é incompatível com o benefício. Os exemplos incluem o atacado de frutas, verduras e legumes, o atacado de alimentos, o transporte rodoviário de cargas, a instalação elétrica e os minimercados.

Em resumo, o CNAE (código da atividade) e a habilitação da empresa pesam muito nessa análise. Assim, quem usou o crédito sem esse enquadramento precisa agir.

Sua empresa pediu ressarcimento ou compensou crédito presumido? Fale com a Conta 1 Contabilidade e confira os seus pedidos.

O que a Receita orienta até 20 de janeiro de 2027

Os comunicados já começaram a ser enviados aos contribuintes incluídos na ação. O prazo para a autorregularização termina em 20 de janeiro de 2027. A Receita orienta quatro passos:

  • Conferir se os créditos informados atendem aos requisitos legais.
  • Corrigir as informações prestadas à Receita.
  • Cancelar os PER/DCOMP indevidos (pedidos eletrônicos de ressarcimento e declarações de compensação).
  • Aguardar a nova verificação, que a Receita faz automaticamente depois da correção.

Como a nova checagem é automática, o ideal é corrigir tudo de uma vez. Dessa forma, a empresa evita idas e vindas e entrega os documentos organizados.

O que acontece com quem mantém créditos indevidos

Quem mantiver créditos incompatíveis pode ter os pedidos de ressarcimento indeferidos. Além disso, as compensações podem não ser homologadas, e os débitos compensados voltam a ser cobrados.

Nesse caso, entram também multas, juros e outros encargos legais. A Receita ainda cita outras medidas administrativas cabíveis. Ou seja, o custo de esperar pode ser maior do que o de corrigir agora.

Como se organizar diante da Operação Fármacos II

O primeiro passo é levantar tudo o que a empresa já enviou. Em seguida, compare o que foi pedido com os requisitos da lei. Cada empresa tem um histórico diferente, e por isso a análise caso a caso define o caminho.

  • Levantar os PER/DCOMP enviados e os créditos de PIS e Cofins usados.
  • Comparar o CNAE e as habilitações da empresa com os requisitos da Lei nº 10.147/2000.
  • Identificar compensações feitas e não declaradas.
  • Corrigir e cancelar o que for indevido dentro do prazo.
  • Revisar a apuração de PIS e Cofins para o problema não se repetir.

Na prática, essa revisão também protege o caixa. Afinal, uma cobrança com multa e juros pesa bem mais do que um ajuste feito antes do prazo.

Conte com a Conta 1 Contabilidade

A Conta 1 Contabilidade, em Feira de Santana, ajuda empresas da região a revisar créditos de PIS e Cofins e a se regularizar com segurança. Com a Conformidade Tributária, a equipe confere pedidos, CNAE e documentos antes do prazo. Assim, o empresário decide com informação, e não com pressa.

Se você procura contabilidade em Feira de Santana com foco em conformidade fiscal, a nossa equipe está pronta para analisar o seu caso.

Quer saber se a sua empresa precisa se regularizar na Operação Fármacos II? Fale com a Conta 1 Contabilidade: (75) 3022-6637.

Fonte

Receita Federal, notícia sobre a Operação Fármacos II (gov.br, 03/11/2026).

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